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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Parvordem: Passerida
Família: Thraupidae
 Cabanis, 1847
Subfamília: Poospizinae
 Wolters, 1980
Espécie: C. hirundinacea

Nome Científico

Cypsnagra hirundinacea
(Lesson, 1831)

Nome em Inglês

White-rumped Tanager


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Bandoleta

A bandoleta é uma ave passeriforme da família Thraupidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) kupselos = andorinha; e do (latim)hirundinacea = como uma andorinha; parecida com andorinha. ⇒ (Ave) parecida com uma andorinha.

Características

Mede 16 centímetros de comprimento e pesa entre 25 e 34 gramas.
É identificada por seu traseiro branco conspícuo em sua parte traseira preta e possui a garganta rufa sob a sua cabeça preta. Quando em voo, apresenta bonito desenho branco nas asas e na cauda.

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Subespécies

Possui duas subespécies reconhecidas:

Aves Brasil CBRO - 2015 (Piacentini et al. 2015); (Clements checklist, 2014).

Fotos das subespécies de (Cypsnagra hirundinacea)
(Ssp. hirundinacea) (Ssp. pallidigula)

Alimentação

Alimenta-se de insetos no chão, na grama ou lança-se para pegá-los em vôo, principalmente besouros, grilos e gafanhotos, e ocasionalmente frutas.

Reprodução

Constrói o ninho apenas 1-2 metros do solo e feita de gramíneas tecido. O tamanho da ninhada figura de 3-4 ovos de cor azulada, salpicada com manchas marrons ou pretas. Jovens nascidos na última temporada de acasalamento ajudam a cuidar do ninho e dos filhotes(reprodução cooperativa).

Hábitos

Habita áreas abertas como pastagens com árvores baixas. Vivem em grupos territoriais de três a seis indivíduos. Seguem bandos mistos à procura de insetos no solo ou próximo dele e mantém uma sentinela empoleirada mais acima do solo como acontece a Neothraupis fasciata, seu vizinho em muitos locais. Sobretudo ao amanhecer, o casal dá um dueto forte e sonoro, a fêmea dá uma matraqueado contínuo, em tom mais baixo, enquanto o macho emite uma frase vigorosa e melódica, como “Tchi-dudidu…”, repetida muitas vezes, que constitui uma das vozes do cerrado.

Distribuição Geográfica

Ocorre do Nordeste do Brasil ao estado do Mato Grosso (Sick), e também, no Amapá e Suriname (Ridgely e Tudor). A espécie foi registrada em enclave de Cerrado presente no Rio Grande do Norte (Pichorim et al. 2014).

Referências

Consulta bibliográfica sobre as subespécies:

Galeria de Fotos